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Inspirado no filme “Domésticas”, de Fernando Meireles e Nando Olival, o Cine-Gênero As Faces da Trabalhadora Doméstica, promovido pelo GEPEM, estimulou uma leitura crítica acerca dos fenômenos culturais que criaram modelos e imagens sociais, traduzidos, entre outros, pela cinematografia. A temática foi explanada pela Dra. Maria Cristina Maneschy, que discorreu sobre os “significados da permanência e das transformações desse emprego na realidade brasileira contemporânea”, considerando que” o emprego doméstico é um ofício que diz muito sobre as relações de gênero no mundo do trabalho”.
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Os artigos da militante e antropóloga mineira versam sobre a discriminação racial, a marginalização das mulheres negras, o emprego doméstico, a emancipação feminina.
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Os novos atributos da participação política incidem sobre direitos da pessoa humana. As mulheres foram à luta por esses direitos e conseguiram conquistar alguns.
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Produzido por Zienhe Castro e inspirado em crônica de Eneida, o curta Promessa em Azul e Branco concorre a prêmio no 66º Festival de Cannes.
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As atividades domésticas não são, em princípio, trabalho, muito menos profissão, embora cruciais na reprodução social das famílias, das comunidades locais e, por extensão, do próprio sistema econômico capitalista.
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Em artigo no Correio Braziliense, a ministra Eleonora Menicucci detalha o programa “Mulher: Viver sem Violência”, após ser apresentado às autoridades da República.
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Publicação científica em formato digital (http://www.ual.es/revistas/AUDEM), dirigida à comunidade acadêmica e ao público interessado em estudos de mulheres, de gênero e feministas.
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